FĂ
Substantivo | Grego:
ÏÎŻÏÏÎčÏ (
pĂstis) | Strong: G4102
243 ocorrĂȘncias em 227 versĂculos: Mt 8:10; 9:2,22,29; 15:28; 17:20; 21:21; 23:23; Mc 2:5; 4:40; 5:34; 10:52; 11:22; Lc 5:20; 7:9,50; 8:25,48; 17:5,6,19; 18:8,42; 22:32; At 3:16; 6:5,7; 11:24; 13:8; 14:9,22,27; 15:9; 16:5; 17:31; 20:21; 24:24; 26:18; Rm 1:5,8,12,17; 3:3,22,25,26,27,28,30,31; 4:5,9,11,12,13,14,16,19,20; 5:1,2; 9:30,32; 10:6,8,17; 11:20; 12:3; 14:1,22,23; 16:26; 1Co 2:5; 12:9; 13:2,13; 15:14,17; 16:13; 2Co 1:24; 4:13; 5:7; 8:7; 10:15; 13:5; Gl 1:23; 2:16,20; 3:2,5,7,8,9,11,12,14,22,23,24,25,26; 5:5,6; 6:10; Ef 1:15; 2:8; 3:12,17; 4:5,13; 6:16,23; Fp 1:25,27; 2:17; 3:9; Cl 1:4,23; 2:5,7,12; 1Ts 1:3,8; 3:2,5,6,7,10; 5:8; 2Ts 1:3,4,11; 2:13; 3:2; 1Tm 1:2,4,5,14,19; 2:7,15; 3:9,13; 4:1,6,12; 5:8,12; 6:10,11,12,21; 2Tm 1:5,13; 2:18,22; 3:8,10,15; 4:7; Tt 1:1,4,13; 2:2,10; 3:15; Fm 1:5,6; Hb 4:2; 6:1,12; 10:22,38,39; 11:1,3â7,8,9,11,13,17,20â24,27â30,31,33,39; 12:2; 13:7; Tg 1:3,6; 2:1,5,14,17,18,20,22,24,26; 5:15; 1Pe 1:5,7,9,21; 5:9; 2Pe 1:1,5; 1Jo 5:4; Jd 1:3,20; Ap 2:13,19; 13:10; 14:12.
Verbo | Grego:
ÏÎčÏÏΔÏÏ (
pisteĂșo) | Strong: G4100
241 ocorrĂȘncias em 203 versĂculos: Mt 8:13; 9:28; 18:6; 21:22,25,32; 24:23,26; 27:42; Mc 1:15; 5:36; 9:23,24,42; 11:23,24,31; 13:21; 15:32; 16:13,16; Lc 1:20,45; 8:12,13,50; 16:11; 20:5; 22:67; 24:25; Jo 1:7,12,50; 2:11,22,23,24; 3:12,15,16,18,36; 4:21,39,41,48,50,53; 5:24,38,44,46,47; 6:29,30,35,36,40,47,64,69; 7:5,31,38,48; 8:24,30,45; 9:18,35,38; 10:25,26,37,38,42; 11:15,25,26,27,40,42,45,48; 12:11,36,37,42,44,46; 13:19; 14:1,10,29; 16:9,27,30; 17:8,20; 19:35; 20:8,25,29,31; At 2:44; 4:4,32; 5:14; 8:12,13; 9:26,42; 10:43; 11:17,21; 13:12,39,41,48; 14:1,23; 15:5,7,11; 16:31,34; 17:12,34; 18:8,27; 19:2,4,18; 21:20,25; 22:19; 24:14; 26:27; 27:25; Rm 1:16; 3:2,22; 4:3,5,11,17,18,24; 6:8; 9:33; 10:4,9,10,11,14,16; 13:11; 14:2; 15:13; 1Co 1:21; 3:5; 9:17; 11:18; 13:7; 14:22; 15:2,11; 2Co 4:13; Gl 2:7,16; 3:6,22; Ef 1:13,19; Fp 1:29; 1Ts 1:7; 2:4,10,13; 4:14; 2Ts 1:10; 2:11,12; 1Tm 1:11,16; 3:16; 2Tm 1:12; Tt 1:3; 3:8; Hb 4:3; 11:6; Tg 2:19,23; 1Pe 1:8; 2:6; 1Jo 3:23; 4:1,16; 5:1,5,10,13; Jd 1:5.
A maioria das pessoas nĂŁo percebe o quanto uma tradução pode comprometer o sentido original de determinadas palavras â e o quanto essa perda semĂąntica pode gerar consequĂȘncias significativas. Um dos exemplos mais claros desse problema encontra-se no substantivo grego ÏÎŻÏÏÎčÏ (pĂstis) e em seu correlato verbal ÏÎčÏÏΔÏÏ (pisteĂșĆ).1 Ambos compartilham a mesma raiz e expressam, no grego, um mesmo campo semĂąntico. Contudo, a lĂngua portuguesa nĂŁo dispĂ”e de um substantivo e de um verbo que conservem simultaneamente essa unidade de raiz e de sentido. Por essa razĂŁo, as traduçÔes costumam verter pĂstis por âfĂ©â e pisteĂșĆ por âcrerâ, criando uma distinção linguĂstica que nĂŁo existe no texto original.2
Fé não é apenas crença
Ă importante esclarecer que essa limitação nĂŁo deve ser atribuĂda a falhas dos tradutores. Quando uma lĂngua nĂŁo oferece um termo equivalente, resta-lhes buscar a opção que melhor se aproxime do sentido original. Ainda assim, nesse caso especĂfico, a adoção do verbo âcrerâ como correlato de âfĂ©â acabou produzindo uma perda significativa de conteĂșdo semĂąntico.3
Em portuguĂȘs, âcrerâ geralmente se restringe Ă ideia de âacreditarâ, enquanto no grego do Novo Testamento tanto pĂstis quanto pisteĂșĆ expressavam algo muito mais amplo. Esses termos incluĂam tambĂ©m os sentidos de âconfiançaâ e âfidelidadeâ, de modo que âcrerâ em Jesus nĂŁo era entendido apenas como aceitar algo como verdadeiro, mas como assumir um compromisso relacional concreto â um firme propĂłsito de uniĂŁo e lealdade a ele.4
A verdadeira fé salvadora
Ă luz do sentido original do Novo Testamento, a fĂ© em Cristo nĂŁo consiste meramente em acreditar em fatos a seu respeito. Trata-se, antes, de confiar em sua pessoa e de permanecer fiel aos seus ensinamentos. Quem realmente tem fĂ© em Cristo nĂŁo apenas crĂȘ que ele existiu, mas confia nele como Salvador e se submete a ele como Senhor, buscando obedecer-lhe.5
Para facilitar a compreensĂŁo e a memorização do significado bĂblico da fĂ© salvadora, podemos sintetizĂĄ-lo em trĂȘs palavras iniciadas com a letra âcâ:
Crer + Confiar + Comprometer-se
= fé salvadora
Assim, alguĂ©m que afirma ter fĂ© em Jesus somente pode ser considerado verdadeiramente âem Cristoâ se crĂȘ nele de modo tĂŁo confiante a ponto de se comprometer em segui-lo, demonstrando fidelidade por meio da prĂĄtica de seus ensinamentos. Sem essa confiança ativa e essa disposição para a fidelidade, nĂŁo hĂĄ fĂ© no sentido bĂblico do termo, mas apenas uma crença intelectual.6
Ă por esse motivo que Tiago adverte: âa fĂ©, se nĂŁo tiver obras, por si sĂł estĂĄ mortaâ (Tg 2:17; cf. 2:26). Essa afirmação nĂŁo implica que sejamos salvos pelas obras, mas que a fĂ© genuĂna, quando verdadeira, necessariamente se manifesta em uma vida transformada. As boas obras nĂŁo sĂŁo a causa da salvação, mas o seu fruto natural, pois caminhar no bem Ă© o prĂłprio caminho que o Senhor nos ensinou a trilhar. Como afirma o apĂłstolo JoĂŁo: âaquele que diz que estĂĄ nele, tambĂ©m deve andar como ele andouâ (1Jo 2:6).7
Uma ressalva necessĂĄria
ConvĂ©m observar que, a depender do contexto, os mesmos vocĂĄbulos pĂstis e pisteĂșĆ podem enfatizar mais fortemente apenas um de seus aspectos â seja a crença, a confiança ou a fidelidade. Contudo, mesmo nessas ocorrĂȘncias, Ă© o prĂłprio contexto que indica quando o sentido deve ser entendido de forma mais restritiva, sem anular o campo semĂąntico mais amplo que esses termos possuem.
ConclusĂŁo
NĂŁo necessitamos de uma nova tradução em lĂngua portuguesa para pĂstis e pisteĂșĆ, mas da correta compreensĂŁo de que os termos âfĂ©â e âcrerâ, quando se referem a Cristo, ultrapassam o mero assentimento intelectual e passivo. No sentido bĂblico, eles expressam o envolvimento da pessoa inteira â mente, coração e conduta.8
Valendo-nos de uma ilustração do prĂłprio Senhor, podemos afirmar que crer em Jesus Ă© estar tĂŁo unido a ele quanto um ramo precisa estar ligado Ă videira para produzir fruto. Separado dela, nada pode fazer; unido a ela, frutifica abundantemente (Jo 15:1â5).
Notas
1. Hå também o adjetivo
ÏÎčÏÏÏÏ (
pistĂłs), que ocorre em 62 versĂculos, sendo geralmente traduzido como âfielâ ou âcrenteâ. Alguns exemplos: Mateus 24:45 (servo bom e
fiel); Lucas 16:10 (quem Ă©
fiel no pouco também é
fiel no muito); João 20:27 (não sejas incrédulo, mas
crente); Colossenses 1:2 (aos santos e
fiéis). Exceção para 3 João 5, onde
pistĂłs Ă© traduzido como âfielmenteâ na maioria das versĂ”es.
2. A dificuldade na tradução de
pĂstis e
pisteĂșĆ jĂĄ era percebida desde o final do sĂ©culo IV, quando JerĂŽnimo de EstridĂŁo iniciou sua tradução da BĂblia para o latim, conhecida como Vulgata. NĂŁo havendo em latim um termo que correspondesse com exatidĂŁo a
pĂstis, JerĂŽnimo optou pelo substantivo
fides, vocĂĄbulo cujo sentido mais prĂłximo Ă© âfĂ©â. Contudo, diferentemente do grego â que possui uma clara correspondĂȘncia verbal entre
pĂstis e
pisteĂșĆ â o latim nĂŁo dispĂ”e de um verbo derivado de
fides. Diante disso, JerĂŽnimo recorreu ao verbo
credere, escolha que acabou contribuindo para uma progressiva redução da fé ao mero ato de crer. Do ponto de vista semùntico, teria sido mais adequado traduzir
pisteĂșĆ por uma locução verbal, como âter fĂ©â, ainda que isso implicasse o uso de duas palavras para verter um Ășnico verbo grego. Essa percepção foi posteriormente destacada pelo filĂłsofo e teĂłlogo Huberto Rohden, que deliberadamente optou por âter fĂ©â como tradução de
pisteĂșĆ em sua versĂŁo do Novo Testamento. Assim, a conhecida expressĂŁo âpara que todo aquele que nele crĂȘ nĂŁo pereçaâ aparece em Rohden como âpara que todo aquele que nele tiver fĂ© nĂŁo pereçaâ. Ă digno de nota que, em sua primeira tradução do Novo Testamento â realizada antes de 1945, ano em que deixou a Companhia de Jesus â Rohden ainda manteve a tradição da Vulgata, traduzindo
pisteĂșĆ por âcrerâ. Resta a pergunta se tal escolha se deveu a pressĂ”es do romanismo ou se, naquele momento, ele ainda nĂŁo havia se dado plena conta da gravidade do problema. Anos mais tarde, jĂĄ afastado do catolicismo romano, Rohden faria um alerta contundente: âA substituição de
ter fé por
crer hĂĄ quase dois mil anos estĂĄ desgraçando a teologia, deturpando profundamente a mensagem do Cristoâ (
A Mensagem Viva do Cristo. 4. ed. SĂŁo Paulo: Alvorada,1983. p. 91).
3. âNo Novo Testamento, âfĂ©â Ă© traduzido pelo grego
pĂstis (da forma verbal
pisteĂșĆ), que significa âconfiança, lealdade, compromisso, dedicaçãoâ. [...] Quando SĂŁo JerĂŽnimo traduziu o Novo Testamento do grego para o latim,
pĂstis se tornou
fides (lealdade). Como
fides nĂŁo tem forma verbal, JerĂŽnimo traduziu
pisteĂșĆ por
credo, que deriva de
cor do: âDou o coraçãoâ. NĂŁo pensou em
opinor (opino). Na tradução inglesa da BĂblia conhecida como King James Version (1611),
credo e
pisteĂșĆ se tornaram
I believe (eu creio). Mas desde entĂŁo o sentido da palavra
belief (crença) mudou.â(ARMSTRONG, Karen.
Em Defesa de Deus. â SĂŁo Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 98).
4. O tradutor francĂȘs AndrĂ© Chouraqui, compreendendo que âfĂ©â significa aderir a alguĂ©m, foi radical em sua tradução dos evangelhos, optando por traduzir âpĂstisâ como âadesĂŁoâ, e âpisteĂșĆâ pelo verbo âaderirâ. Em JoĂŁo 11:25, por exemplo, encontramos Jesus dizendo, na versĂŁo de Chouraqui:
âQuem adere a mim, mesmo se estiver morto, viverĂĄ.â
Outro tradutor, Marcelo Musa Cavallari, escolheu âconfiançaâ e âconfiarâ como melhores opçÔes, de modo a traduzir o mesmo versĂculo do seguinte modo:
âO que confia em mim, mesmo que morra, viverĂĄ.â
Podemos afirmar que ambas as traduçÔes estão corretas, pois ter fé em Jesus também significa
confiar nele a ponto de haver total
adesão, ou seja, de alguém
estar e
permanecer em Cristo.
5. Ă digno de nota que o Evangelho de JoĂŁo, isoladamente, concentra cerca de 40% de todas as ocorrĂȘncias do verbo ÏÎčÏÏΔÏÏ (
pisteĂșĆ) no Novo Testamento. Ao mesmo tempo, JoĂŁo nĂŁo emprega em nenhum momento o substantivo ÏÎŻÏÏÎčÏ (
pĂstis). Essa opção nĂŁo Ă© casual: ao evitar o substantivo e privilegiar o verbo, o quarto evangelho apresenta a fĂ© nĂŁo como um conceito abstrato ou estĂĄtico, mas como uma ação contĂnua, uma resposta existencial e um compromisso relacional com a pessoa de Jesus. Assim, âcrerâ, em JoĂŁo, Ă© sempre algo que se faz â e nĂŁo apenas algo que se possui.
6. Na Septuaginta (LXX) â antiga tradução grega do Antigo Testamento hebraico, produzida entre os sĂ©culos III e I a.C. â o substantivo grego ÏÎŻÏÏÎčÏ (
pĂstis) verte com frequĂȘncia o termo hebraico ŚÖ±ŚŚÖŒŚ ÖžŚ (
âemunÄh), enquanto o verbo ÏÎčÏÏΔÏÏ (
pisteĂșĆ) traduz principalmente o verbo hebraico ŚÖžŚÖ·Ś (
âÄman), especialmente em sua forma hifil (
heâÄmĂźn). O substantivo
âemunÄh deriva da raiz
âmn, que expressa ideias como firmeza, estabilidade, confiabilidade e fidelidade, sendo frequentemente usado no Antigo Testamento para descrever a fidelidade de Deus ou a constĂąncia esperada do justo (cf. Dt 32:4; Sl 33:4; Hc 2:4). JĂĄ o verbo
âÄman, no sentido de âcrerâ, nĂŁo se refere meramente a aceitar algo como verdadeiro, mas a apoiar-se, firmar-se ou confiar de modo seguro em alguĂ©m. Assim, quando esses termos hebraicos sĂŁo traduzidos por
pĂstis e
pisteĂșĆ na LXX, carregam consigo a noção de confiança leal e compromisso duradouro, e nĂŁo apenas de crença intelectual â herança semĂąntica que influencia diretamente o uso desses vocĂĄbulos no Novo Testamento.
7. Alguns afirmam que Tiago 2:24 estaria contradizendo o que Paulo declarou a respeito da justificação pela fĂ© em Romanos 3:28. PorĂ©m, apesar desses dois versĂculos mencionarem fĂ© e obras, nĂŁo se trata do mesmo tipo de obra. Paulo estĂĄ se referindo a obras
da lei, mas o contexto da epĂstola de Tiago nĂŁo se refere a obras da lei, mas a obras de amor ao prĂłximo, as quais resultam de uma verdadeira fĂ© em Jesus Cristo. O mesmo Paulo dirĂĄ, escrevendo aos EfĂ©sios, que somos âcriados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andĂĄssemos nelas.â (Ef 2:10) A esse respeito Nijay Gupta, erudito em Novo Testamento, concluiu: âPaulo nĂŁo tinha problema algum com as obras em si. Suas cartas estĂŁo intensamente voltadas ao fazer o que Ă© bom e correto como uma questĂŁo de obrigação (1Ts 5:15-22; Gl 6:9,10).â (GUPTA, Nijay.
Paulo e a Linguagem da FĂ©. â Rio de Janeiro, RJ: Thomas Nelson Brasil, 2023; p. 224). John Stackhouse nos lembra que âtanto Paulo quanto Tiago eram judeus convertidos ao cristianismo. Sua herança de fĂ© era um todo firmado na aliança entre Deus e seu povo. Ser fiel significa crer no que Deus diz; confiar no seu perdĂŁo das coisas passadas e na sua provisĂŁo para o futuro; e cooperar com ele no presente em tudo quanto sua obra requer.â (
Fundamentos do cristianismo: um manual da fĂ© cristĂŁ. â SĂŁo Paulo: Vida Nova, 2018; p. 32).
8. âCrer nĂŁo tinha, originalmente, o significado de acreditar em um conjunto de doutrinas ou ensinamentos; tanto em grego quanto em latim sua raiz significa "dar o coração a alguĂ©m". O "coração" Ă© o eu em seu mais profundo nĂvel. Crer nĂŁo consiste em dar um assentimento mental a alguĂ©m, mas envolve um nĂvel muito mais profundo do eu. Crer em Jesus nĂŁo significa acreditar nas doutrinas sobre Ele. Em vez disso, significa dar o coração, o eu, em seu mais profundo nĂvel, para o Jesus pĂłs-PĂĄscoa, que Ă© o Senhor vivo, o lado de Deus que se voltou para nĂłs, a face de Deus, o Senhor que Ă© tambĂ©m o EspĂrito.â (BORG, Marcus J.
Jesus: a biografia... â SĂŁo Paulo: Globo, 2017; p. 146)
Autor: Alan Capriles
Publicado em: 28/06/2025
Ăltima atualização: 26/01/2026

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